Não há registros exatos de quando as cartas do Tarô começaram a ser usadas para ler o presente, o passado e o futuro.
O que se sabe é que o baralho mais antigo que chegou até nós data do século XV — o Tarô de Visconti-Sforza, na Itália renascentista.
Abaixo seguem algumas imagens dos Baralhos mais antigos variados. Mais Histórias e imagens http://trionfi.com/.

Mas o Tarô é herdeiro de uma sabedoria muito mais antiga.
Desde o Egito, a Grécia, a Índia e tantas outras civilizações, seres humanos buscaram compreender os mistérios da vida através de símbolos, imagens e oráculos — formas de conversar com o invisível e decifrar o movimento das forças dentro e fora de nós.
As cartas, como as conhecemos hoje, foram se transformando ao longo dos séculos, até se tornarem o espelho simbólico que conhecemos:
Um conjunto de 78 imagens que narram a jornada da alma — do Louco ao Mundo — e também as experiências humanas mais simples e concretas, reveladas pelos Arcanos Menores.
O Tarô não nasceu para prever, mas para revelar.
Ele traduz em linguagem simbólica aquilo que o coração sente e a consciência ainda não nomeou. Ajuda a visualizar por outros pontos que você ainda não tinha olhado.
É um mapa de consciência, um espelho que reflete as forças que nos movem e as escolhas que nos chamam.
Quando abrimos um baralho, não estamos adivinhando o futuro — estamos abrindo uma conversa sagrada com o presente.